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Território Nacional
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Detector óptico de fumaça responde antes em incêndios de combustão lenta; detector termovelocimétrico atua pela velocidade de subida da temperatura e não é enganado por poeira, vapor ou fumos de processo. A escolha entre eles se faz por ambiente. A Technical Fire fornece e instala as duas tecnologias conforme o risco de cada área.
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Os dois tipos de detector mais empregados em edificações — óptico de fumaça e termovelocimétrico — operam por princípios diferentes e falham de formas diferentes. Conhecer essas diferenças é o que permite montar uma cobertura de detecção que responda rápido onde é possível e permaneça estável onde a detecção por fumaça seria inviável.
O detector óptico monitora uma câmara interna com emissor e receptor de luz infravermelha desalinhados entre si. Em ar limpo, o receptor não recebe o feixe. Quando partículas de fumaça entram na câmara, elas espalham a luz e parte dela atinge o receptor, gerando o sinal que é processado e enviado à central. A Technical Fire descreve exatamente esse funcionamento no modelo HC-206A que fornece, baseado na reflexão de luz infravermelha.
A vantagem é o tempo de resposta: em incêndios de combustão lenta com material celulósico, a fumaça aparece muito antes de calor significativo. A limitação é a suscetibilidade a partículas que não são fumaça de incêndio — poeira, vapor d'água, fumos de cozinha, gases de escapamento. Em ambientes onde essas partículas fazem parte da operação, o detector óptico gera alarmes indevidos, e sistemas que geram alarmes indevidos são desativados pelos usuários.
O detector térmico atua pela temperatura. Na versão de temperatura fixa, dispara quando o ambiente atinge um valor determinado. Na versão termovelocimétrica, monitora também a taxa de elevação da temperatura, disparando quando essa taxa excede um limite mesmo antes de a temperatura absoluta ser alcançada — o que reduz consideravelmente o atraso característico da detecção térmica. O modelo HC-306A relacionado pela Technical Fire combina as duas funções.
A vantagem é a imunidade a poeira, vapor e fumos de processo, o que torna o detector térmico a escolha adequada em cozinhas, garagens, casas de máquinas, oficinas e áreas industriais. A limitação é o tempo: em incêndio de combustão lenta, a temperatura sobe tarde. Por isso a composição usual em um projeto combina as duas tecnologias por área, conforme o fenômeno esperado em cada ambiente — trabalho que a Technical Fire executa dentro de seus projetos de detecção e alarme.
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